QUEM SOU EU: UMA MULHER QUE DIZ DA FORMA MAIS POÉTICA POSSÍVEL, O QUE VAI NA ALMA E NO CORPO TAMBÉM...BEM VINDOS AO MEU CANTINHO!!!!
VEM VIAJAR EM MINHA POESIA, E TE FAÇO COMPANHIA...
PELOS CAMINHOS DAS LETRAS
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15 Mar 2012 
FRANK_MIKE & FÁTIMA ABREU, NUM DUETO REGADO AO 'LEITE DE COCO' ...


15 Mar 2012 

Amigos, mais que amigos- PARTE I




Karen estava trabalhando no cinema do novo shopping, no mesmo bairro onde morava.
Aquela noite estava particularmente agitada, muita gente nas salas de cinema, talvez fosse o verão que deixava as pessoas 'doidas' para ficarem mais tempo em ambientes de ar condicionado, ou os filmes eram realmente bons...


Adriano, era um dos seguranças, seu amigo de longa data, desde pequenos moraram sempre na mesma rua daquele bairro, era pouco mais velho que ela, apenas 5 anos.
Ele havia combinado de levá-la para casa naquela noite, porque seu turno tinha mudado, da manhã para a noite.
Então, poderiam voltar juntos.
Ele já olhava a jovem de 19 anos, com outros olhos, percebeu como ela se transformara em uma bela mulher: Uma ruiva de cabelos curtíssimos, umas poucas sardas, mas que tinha um belo corpo que realçava no jeans que usava com as camisetas bem agarradas, mostrando o volume dos seios. Usava uma maquiagem  que realçava os olhos verdes.
Naquela ocasião estava mais sexy ainda, de vestido de alças finas, com o colo dos seios bem realçado.


Os dois amigos dirigiram-se para o estacionamento do shopping, para pegar o carro. E quando Adriano abria a porta, uma mão bateu no seu ombro:
_ Adriano, será que não podia dar uma carona para esse seu amigo aqui?


Adriano também conhecia Hélio desde 'sempre': Brincaram nos tempos de criança e fizeram as primeiras conquistas amorosas da adolescência, sempre juntos.
Hélio casou-se no ano anterior e Adriano foi o padrinho de seu casamento.
_ Claro, Hélio! Entra aí meu camarada.
_ Não estou atrapalhando nada? Vocês iam para casa mesmo?


Foi a vez de Karen responder:
_ Mas é óbvio, moramos na mesma rua, natural que Adriano, mudando de turno me ofereça carona...


Ela queria disfarçar um desconforto daquele comentário de Hélio, que parecia sugerir alguma relação dela, com seu amigo.
Nada se falou mais e seguiram em frente.
Hélio foi o primeiro a descer do carro, e despedindo-se disse:
_  Boa noite, gente.
Karen disse para Adriano assim que o carro arrancou novamente:
_ Ele insinuou que eu e você temos alguma coisa, imagina só!
_ Na verdade, eu não acho isso ruim... Já que você tocou no assunto, eu até gostaria mesmo de ter algum tipo de relacionamento com você, Karen.
_ Sério? Mas você não tem ninguém?
_ Ah, uma vez ou outra, saio com alguém... Sem compromisso, nada sério. Mas você ficou uma mulher muito bonita, nem parece mais com aquela garotinha que brincava na rua, de pique... Olha, você não está nem um pouquinho interessada em ter alguma coisa comigo? Eu queria muito... te acho tão atraente, me dá um desejo...


Ele parou o carro num acostamento, pegou o queixo dela, beijou levemente, e em seguida os lábios... Ele intensificou o beijo, ela correspondeu, foi sentindo um calor subir, ficou com o rosto avermelhado e quente. Nunca alguém lhe beijara assim!
Aliás Karen no alto de seus 19 anos ainda era virgem.
Tinha até vergonha de dizer isso, porque atualmente há uma reversão de valores: A virgindade, que era dada como uma coisa muito preciosa antigamente, hoje não significa nada, na cultura ocidental... Suas colegas de curso, achavam um absurdo ela ainda ser virgem, então ela passou a não falar mais desse assunto com ninguém.


Adriano passou a mão nos seios dela, e beijava-lhe  a nuca, ela arrepiava e pedia:
_ Lambe minha orelha, meu pescoço... ah...
Ele abriu o fecho da calça e colocou seu membro para fora, porque não usava cueca, para facilitar certos encontros, como aquele.
Ela se assustou com o tamanho! Nunca vira antes o membro de um homem assim, 'ao vivo e a cores'. Ele segurou a cabeça dela e a levou até o pênis rijo que latejava para ser sugado. Ela fez o que pode para lhe agradar dessa forma, enquanto ele lhe masturbava o grelinho, com a mão por dentro da calcinha dela.
Não demorou muito, e ele lhe disse que iria gozar, ela não sabia bem o que fazer.
Mas logo soube, quando o jato inundou sua boca...
Ele não parou de masturbá-la, afinal queria que ela gozasse também...
E foi um grande prazer vê-la dizer:
_ Aiiii, estou gozando Adriano! Que delíciaaaaaaaaaa...
Adriano  beijou-lhe carinhosamente depois disso, colocou a cabeça dela em seu ombro, fazendo carinho com a outra mãos em seus cabelos curtos. Ficaram assim instantes, até que rompendo aquele silêncio, ele disse:


_ Vamos no fim de semana para um motel, onde poderemos conhecer melhor, o corpo um do outro... Foi quando ela respondeu:
_ Sou virgem, Adriano.
Ele quase não acreditou quando ouviu aquilo.
Isso era realmente difícil nos dias atuais!
_ Não se preocupe, Karen, farei você se sentir à vontade, para ir até onde quiser... Sei ser bem carinhoso.


Ela sorriu, assentindo com a cabeça. Já era hora dela tirar de uma vez, esse 'tormento' da virgindade, da sua vida...
Adriano ligou o carro novamente, e a deixou em casa.
Ela disse então:
_ Tchau, Adriano.
_ Tchau Karen, sonhe comigo. E pense nas coisas que poderemos fazer juntos, no fim de semana.
_ Pode deixar, esperei a vida toda por esse momento...


Fátima Abreu
**********

16 Fev 2012 
Ainda que esse mar esteja entre nós,
os pensamentos que me levam até você
são os de total e intenso desejo, meu bem querer...

Não digas nada agora,

apenas leia,
as palavras dessa mulher que te adora...

Nas lingeries deixadas sobre a cama,

presentes em teu desejo,
estão o meu cheiro, a exalar
chamando-te para em mim,
teu mastro teso, suavemente tocar...

Deixei meu mel molhar, na frente da calcinha

quase que uma doce linha...
Cheiro de mulher,
que o seu mastro quer!

Na copa de meu soutien, abrigo meus seios fartos

Melões de sabor para teus lábios...
Tua boca que fica aberta, ao encará-los
Será que darás conta de chupá-los?

Creio que sim, meu doce!

Sabes bem os mimos de que tua fêmea ardente gosta...
Aceitas agora minha proposta?

Vem ter comigo agora

O maior gozo que jamais teve antes!
Molha a calcinha, fio dental
Com tua saliva espessa
Babando de tesão louco,
Pela fêmea, que te faz de caçador... à presa!

Fátima Abreu



16 Fev 2012 
Era um homem na casa dos quarenta. Bem-parecido, com muita aceitação entre as mulheres. Bem-sucedido na vida, divorciado há alguns anos, não raras vezes recebia belas mulheres na sua casa de campo, levando uma vida sexual muito realizada e plena.
Quem fazia a limpeza da casa era uma mulher "gordinha" e rosada, de uma casa vizinha, que não se intrometia na sua vida e lhe deixava a casa arrumada após os desvarios sexuais que por ali iam acontecendo.
Se a referida empregada não era nenhuma beldade, já a filha, na casa dos dezoito, era um borracho.
Morena, de cabelos negros, tinha um tesão pelo corpo todo.
A isso não era indiferente Raul, que já lhe tinha tirado as medidas e percebido que a líbido vivia naquela ninfa.
Por vezes, a morena, que se chamava Cláudia, vinha ajudar a mãe nas limpezas e por um par de vezes a garota se tinha cruzado com ele de toalha,   na saída do banho, ou na descontração de um short, com que Raul se movimentava pela casa.
Reparou na malícia, viu uma ponta da língua da morena a lamber os lábios grossos numa das vezes. Piscou-lhe um olho e ela sorriu derretida.
Num fim-de-semana de verão em que se encontrava perto da piscina, a rosada empregada, que tinha perdido o marido há um par de anos num acidente numa obra, chegou perto dele dizendo que tinha que sair mais cedo para passar na Seguradora, mas que Cláudia ficaria a terminar o serviço.
Era a oportunidade perfeita.
Após uma bebida, entrou em casa para ver onde andava a morena. Deu com ela na sala a limpar o pó dos armários.
Estava prestes a perguntar-lhe se não queria beber nada, quando a campainha tocou.
Era Marta, uma loira de fogo com quem tinha uma relação completamente descomprometida, de muito sexo e folia, inclusive com amigas suas, que a vistosa trintona gostava de juntar mulheres às relações.
Assim que chegaram à sala, a loira quase assobiou quando deu de caras com aquela empregadinha de meias de lycra coladas ao rabinho, numa t’shirt branca onde se avistavam umas maminhas deliciosas, do tamanho de meia laranja cada uma.
Olhou maliciosa para Raul, começando a fazer festas no amigo, mordiscando-lhe o pescoço, até ficar cada vez mais ousada, ao mesmo tempo que metia conversa com Cláudia, indagando dos seus gostos por homens, se tinha namorado…
O espantoso é que a jovem mostrava uma desenvoltura que Raul não conhecia, respondendo umas vezes com igual malícia e outras com mistério e sedução.
Raul, perguntou-lhe se não se importava de ir à cozinha buscar uma garrafa de champanhe que estava no frio, e que trouxesse três copos.
Enquanto a morena se deslocou para o fazer, a loira perguntou-lhe sórdida:
- Vamos comer a tua empregadinha?
Raul sorriu. Sabia que a oportunidade era perfeita.
- O que sugeres?
- Deixa comigo!
Assim que Cláudia regressou, Raul abriu a garrafa, cuja espuma jorrou. Deitou o líquido borbulhante em três copos, estendendo um à improvisada empregadinha, que aceitou sorrindo.
Depois pediu-lhe que se sentasse perto dela.
O calor apertava e Marta teve uma ideia. Vestir um bikini que tinha deixado um outro dia por ali. A questão era onde?
Pediu a Cláudia para a ajudar na tarefa e saíram as duas em risinhos, deixando Raul completamente de pau feito nos calções.
Ouvia os gritinhos delas e as brincadeiras no quarto.
O Bikini estava numa das gavetas e a loira logo começou a despir a mini-saia que trazia, deixando à vista da jovem uma cinta de ligas, preta, e uma calcinha minúscula.
Pediu-lhe que a ajudasse.
- Gostas de lingerie?
- Adoro. Respondeu Cláudia.
- Deixas-me ver a tua?
- Oh, a minha é muito simples…
- Deixa-me ver - continuou a vistosa loira.
A morena começou a despir lentamente as meias calças de lycra, deixando à vista um rabo delicioso e redondo. Uma calcinha branca, muito decotada, entrava-lhe no reguinho , alargando na cinta.
- És linda, miúda!
- Obrigado, respondeu a moreninha.
- Chega-te aqui…
A loira colocou-se por detrás dela, naquela figura de calça descida, que Raul já observava perto da porta.
Começou a acariciar-lhe o rosto, os ombros. Depois os seios pequeninos. A morena contorcia-se de prazer.
Subitamente baixou-se e colocou a sua boca quente naquelas cuequinhas brancas, que lhe denunciaram uma cona sem pelo, completamente depilada.
- Minha maluca, disse.
- Raspas a 'coninha' meu anjo?
- Simmmm, respondeu Cláudia, já com a língua da loira completamente doida na sua ratinha
Raul esfregava o seu pénis enorme na entrada da porta. Era um tipo avantajado, com uns bons vinte e tal cms de pau e um diâmetro de mão.
Assim que a morena viu aquele pau perto dela, ficou possuída…
Disse para Marta, que tinha a boca cheia de leite da cona da teenager:
- Aquela piça é enorme, quero-a todaaa…
- Vais tê-la minha putinha, vais tê-la, e eu também.
Dito isto, acercaram-se de Raul e começaram como doidas a chupar e a lamber aquele vergalho.
A loira esfregava desenfreada a cona daquela amiga de ocasião e a morena retribuía da mesma forma.
Tudo se conjugava perfeito para uma excelente foda, mas eis que Raul, completamente doido, grita:
- Vou esporrar-vos, não consigo controlarrr…
E não tinha acabado de o dizer, inundava já as bocas gulosas daquelas duas deusas.
A surpresa do ato deixou-as desconcertadas, com leite a escorrer das suas bocas, pela cara toda e a deslizar-lhes pelo peito.
Desculpem caralho, mas não aguentei…
Só que elas já não o ouviam e esfregavam-se todas naquele creme que as bolas do quarentão verteram sobre elas.
Não faltariam outras oportunidades...

********************************
( continuação )
 
Cláudia era um tesão de jovem. Um 'furacão' aos 18 anos, coisa pouco habitual numa garota daquela idade.
Parecia que tinha nascido ensinada, o diabo da morena. Devassa até mais não.
Raul andava a pensar em como dar o máximo de prazer aquela ferazinha e já tinha um plano…
Naquela sexta-feira foi buscá-la à escola de moda que ela frequentava, numa cidade próxima. Quando a moreninha o viu ficou radiante.
- Tens horas para chegar a casa? - perguntou.
- Por acaso não, disse à minha mãe que ia jantar com os colegas e que eles me levavam a casa. Mas posso desmarcar. Porque perguntas?
- Quero fazer-te uma surpresa que acho que vais adorar…
- Daquelas boas? - disse Cláudia já a suspeitar que vinha aí mais uma experiência sexual intensa.
- Sim meu anjo. Vais ter muito prazer…
- Hum… gosto disso…
Raul tomou a direcção da casa de Carlos, um amigo de fodas. Quando entraram o portão da discreta quinta, depois de estacionado o carro, Raul colocou a sua mão de homem calejado no rosto da rapariga e beijou-lhe docemente os lábios. A outra mão subiu pela mini-saia e acariciou o grelinho carnudo de Cláudia, que suspirou de prazer.
- A partir daqui mando eu…
Colocou-lhe uma venda preta nos olhos e conduziu-a até á entrada da casa.
A porta foi aberta e entraram até uma sala. Cláudia percebeu que estavam ali vários homens.
Raul mandou-a colocar-se de gatas, o que ela obedeceu de imediato. De traseiro empinado, a morena vestia uma calcinha que Marta lhe oferecera, muito sensual...
Era uma visão avassaladora, aquele papinho por detrás.
Raul desviou a calcinha e começou a chupar o grelo da jovem. Primeiro só com a língua, depois metendo-o todo na boca e puxando.
A jovem segurava os biquinhos dos seus seios, acariciando-os. Estava louca de prazer e gemia.
- Simmmm, simmmm, chupa-me a coninha.
De repente sentiu um pau duro na sua boca. Começou a chupá-lo cheio de tesão. Depois sentiu um outro mais grosso, cuja cabeça quase lhe enchia a boca. Depois outro mais fino e pequeno, e outro, e outro...
A todos sugava com enorme prazer.
- Ai Raul, que acho que vou sair daqui toda fodida por estas piças boas…
- Pois vais meu anjo.
Continuava de olhos vendados. Um dos homens aproximou-se por detrás. Sentiu um líquido frio e viscoso a regar o seu rabinho.
- Oh Raul, que fazem?
- Estamos a lubrificar o teu buraquinho. Hoje vais perder a virgindade nele, habituado que está a levar só com o teu dedinho…
- Não me magoem por favor. Vai doer?
- Um pouquinho de início, mas depois vai alargar e vais gozar como uma louca…
- Ohhh, simmm. Quero!!!
Palavra mágica. Um pau começou a forçar com muito cuidado aquele buraquinho perfumado e apertadinho. A morena gemia, num misto de dor e prazer.
Até que soltou um grito, quando o pau lhe entrou todo, no seu traseirinho.
- Aiiii. Dói Raul. Dói!
- Já passa minha princesa, tu vais ver.
O quarentão começou a acariciar o grelo completamente úmido de Cláudia, ao mesmo tempo que o pau do amigo começava a entrar e a sair com mais facilidade do seu rabo.
- Hum… é bom. Gooosto.
Os vários homens foram-se revezando na penetração. Até mesmo o pau grosso que antes chupara, lhe entrava a matar no buraco.
Iam mimando aquela beleza na boca, não lhe dando tempo para reclamar. Até que o primeiro deles largou um jato de leite quente naqueles lábios carnudos, que ela sorveu até à última gota.
- Comam-me a 'coninha'. Comam-ma!
Só que não era essa a intenção de Raul. Tinha combinado com os amigos que só lhe comeriam o cuzinho daquela vez e disse isso à moreninha que continuava vendada por sua imposição.
- Ohhh. Vocês são maus…
- Vamos dar-te muito leitinho na boca, para que te lembres do gosto de todos.
E assim foi. Um a um, foram ejaculando na boca daquela garota tesuda, que a partir daquele dia, se tornou uma verdadeira mulher.
Já no carro, Raul retirou-lhe a venda dos olhos e perguntou-lhe:
- Gostaste fofinha?
- Adorei, apesar de ter o meu traseiro todo dolorido...

Vitor Ramos ( escritor português )
**********************************************
 O quarentão não se fazia de satisfeito, sempre que podia, dava asas para a imaginação e levava Cláudia sempre que podia (e fugia aos olhos da mãe, da jovem ) para alguma de suas aventuras...

O dia estava claro, ensolarado e convidava a um passeio. Com essa desculpa boa, pediu para Cláudia o acompanhar num piquenique perto de seu sítio, na beira da lagoa, que ali se estendia. A mãe da moça não vendo nada demais, disse então:
_ Vai minha filha, o patrão está chamando para passear, é bom para você tomar um 'solzinho', está sempre dentro de casa... e já me ajuda muito, merece ter uma folguinha...
_ Está bem, mamãe. Vou sim, está um dia tão bonito, vou arrumar a cesta com as coisas.

Raul já estava excitado, só de pensar nas possibilidades...
A jovem acenou para a mãe que estava limpando a mesa da varanda, e entrou no carro feliz, pois já adivinhava o prazer que teria nesse passeio ao ar livre!
Dentro do carro, Raul já passava a mão pela coxas roliças de Cláudia e ela pegou com vontade a mão esquerda dele, e a levou até a sua xaninha que se encontrava totalmente desnuda... livre de qualquer calcinha.
Raul percebeu com seus dedos exploradores que ela já estava meladinha, e perguntou sorrindo:
_ Ah, Claudinha... Está querendo um mastro grosso te enchendo todinha aqui, não é?
_ Quero sim, Raul! 
_ Mas hoje te faço mais uma de minhas surpresas: Teremos companhia, que já nos aguarda na beira da  lagoa...
_ E quem é?
_ Vai saber já, estamos chegando.

Continuava a lambuzar os dedos na vagina molhada dela, que já exalava um cheiro que convidava ao ato sexual...

Parou o carro então, estacionando embaixo de uma mangueira frondosa. Desceram e Raul disse:
_ Olha para lá, Claudinha... Vê duas pessoas na margem da lagoa? 
_ Sim, são a nossa companhia, imagino...
_ Exatamente... vamos em frente, traga a cesta, afinal,  também teremos que comer as guloseimas do piquenique!
Ela obedeceu e trouxe a cesta no braço até onde quelas duas pessoas estavam.
_ Bom dia, meus amigos!
Disse Raul sorridente...
_ Bom dia, Raul. Então essa é a Cláudia, que você nos falou?
A jovem, adiantou-se dando a mão para cumprimentar, e respondeu por Raul:
_ Eu mesma.

Raul e Cláudia, sentaram-se ao lado do casal, estendendo a toalha e colocando sobre ela, a cesta. Serviram-se do que quiseram. Abriram uma garrafa de vinho tinto. E bebendo, as mentes começaram a ficar mais leves, abertas ao que viesse em seguida...
 A mulher que estava só olhando para o corpo de Cláudia, se chamava Vera. O marido, era Roberto. Ela foi se chegando para Cláudia, que entendendo suas intenções, disse com a maior liberdade:
_ Gosta de mulheres também Vera?
_ De vez em quando é bom variar... Sou bi, e meu marido adora isso!
_ Hummm... que bom! Relação bem aberta...
 Vera aproveitando a deixa, passou a mão suavemente pelos seios de Cláudia, durinhos de tesão já... 
Cláudia retribuiu, dando um beijo ns boca bem quente, e apertando suas coxas até chegar na calcinha fio dental que Vera usava, afastando e metendo o dedo indicador para masturbá-la. Que por sinal, já estava bem molhadinha, tanto quanto ela!
As duas se despiram na frente dos dois homens, que estavam já de membro duro na mão, naquela situação... 
Deitaram-se na toalha, afastando a cesta para o lado e ali começaram a fazer um 69 delicioso, os homens se aproximaram mais...
Depois disso, Vera pegou o mastro de Raul e começou  a sugar, enquanto Cláudia fazia o mesmo, com Roberto. E quando Raul pediu que Vera parasse, era porque já queria sentir a vagina melada daquela mulher, penetrando-a na frente de Roberto. O marido de Vera, achando lindo sua mulher dando para o amigo, disse excitado:
_ Come bem minha Verinha, ela merece ser bem comida, Raul!
Raul mal escutava o que Roberto dizia: estava no meio daquela cavalgada, onde Vera estava de 4, delirando de tesão e pedindo para enfiar mais e dando gritinhos de prazer...
Roberto então pegou Cláudia e de conchinha a comeu, e nessa posição, a jovem gozou como louca e dizia:
_ Aiiiii, ui... me chama de égua, de vadia, de putinha, de qualquer coisa, mas me xinga! Estou gozando muiiiiiiiiito!
Ele louco com isso a xingava e metia fundo e cada vez mais rápido... Até que tirou da xaninha de cláudia e gozou, jorrando leite em suas ancas... 
Enquanto isso, Raul já estava comendo o traseirinho de Vera, que gritava:
_Uiiii, dói mas é bom! Vai me come garanhão! 
Vera, se masturbava para diminuira a odr que sentia no começo da penetração do seu traseiro por Raul... Assim, ela gozava no grelo, e não sentia mais dor no seu buraquinho apertado, porque já estava toda 'anestesiada' pelo orgasmo no clitóris...
Raul deu um urro enorme quando o gozo veio, inundando a bundinha de Vera, que depois, deixou sair o leite na frente de Roberto, para que ele se deliciasse com a visão do seu buraquinho melado com o gozo de seu amigo...
Satisfeitos, deixaram-se ficar ali, todos deitados na toalha que se tornou pequena para os 4...
Depois, os homens ficaram olhando as duas se esfregando, enquanto se recobravam... Elas gozavam feito loucas, esfregando as xanas uma na outra, e beijando-se intensamente... Era lindo aquilo!
Logo, os homens já estavam tesos e prontos para outra, pela excitação dos gemidos daquelas duas...

A tarde veio e cada casal tomou o rumo de volta... Mas combinaram outro piquenique, da próxima vez, numa praia deserta e com mais outros casais, para um bom swing...

Fátima Abreu


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