QUEM SOU EU: UMA MULHER QUE DIZ DA FORMA MAIS POÉTICA POSSÍVEL, O QUE VAI NA ALMA E NO CORPO TAMBÉM...BEM VINDOS AO MEU CANTINHO!!!!
VEM VIAJAR EM MINHA POESIA, E TE FAÇO COMPANHIA...
PELOS CAMINHOS DAS LETRAS
FAÇO DOS MEUS VERSOS
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15 Mar 2012 
FRANK_MIKE & FÁTIMA ABREU, NUM DUETO REGADO AO 'LEITE DE COCO' ...


Admin · 11 vistos · Deixe um comentário
15 Mar 2012 

Amigos, mais que amigos- PARTE I




Karen estava trabalhando no cinema do novo shopping, no mesmo bairro onde morava.
Aquela noite estava particularmente agitada, muita gente nas salas de cinema, talvez fosse o verão que deixava as pessoas 'doidas' para ficarem mais tempo em ambientes de ar condicionado, ou os filmes eram realmente bons...


Adriano, era um dos seguranças, seu amigo de longa data, desde pequenos moraram sempre na mesma rua daquele bairro, era pouco mais velho que ela, apenas 5 anos.
Ele havia combinado de levá-la para casa naquela noite, porque seu turno tinha mudado, da manhã para a noite.
Então, poderiam voltar juntos.
Ele já olhava a jovem de 19 anos, com outros olhos, percebeu como ela se transformara em uma bela mulher: Uma ruiva de cabelos curtíssimos, umas poucas sardas, mas que tinha um belo corpo que realçava no jeans que usava com as camisetas bem agarradas, mostrando o volume dos seios. Usava uma maquiagem  que realçava os olhos verdes.
Naquela ocasião estava mais sexy ainda, de vestido de alças finas, com o colo dos seios bem realçado.


Os dois amigos dirigiram-se para o estacionamento do shopping, para pegar o carro. E quando Adriano abria a porta, uma mão bateu no seu ombro:
_ Adriano, será que não podia dar uma carona para esse seu amigo aqui?


Adriano também conhecia Hélio desde 'sempre': Brincaram nos tempos de criança e fizeram as primeiras conquistas amorosas da adolescência, sempre juntos.
Hélio casou-se no ano anterior e Adriano foi o padrinho de seu casamento.
_ Claro, Hélio! Entra aí meu camarada.
_ Não estou atrapalhando nada? Vocês iam para casa mesmo?


Foi a vez de Karen responder:
_ Mas é óbvio, moramos na mesma rua, natural que Adriano, mudando de turno me ofereça carona...


Ela queria disfarçar um desconforto daquele comentário de Hélio, que parecia sugerir alguma relação dela, com seu amigo.
Nada se falou mais e seguiram em frente.
Hélio foi o primeiro a descer do carro, e despedindo-se disse:
_  Boa noite, gente.
Karen disse para Adriano assim que o carro arrancou novamente:
_ Ele insinuou que eu e você temos alguma coisa, imagina só!
_ Na verdade, eu não acho isso ruim... Já que você tocou no assunto, eu até gostaria mesmo de ter algum tipo de relacionamento com você, Karen.
_ Sério? Mas você não tem ninguém?
_ Ah, uma vez ou outra, saio com alguém... Sem compromisso, nada sério. Mas você ficou uma mulher muito bonita, nem parece mais com aquela garotinha que brincava na rua, de pique... Olha, você não está nem um pouquinho interessada em ter alguma coisa comigo? Eu queria muito... te acho tão atraente, me dá um desejo...


Ele parou o carro num acostamento, pegou o queixo dela, beijou levemente, e em seguida os lábios... Ele intensificou o beijo, ela correspondeu, foi sentindo um calor subir, ficou com o rosto avermelhado e quente. Nunca alguém lhe beijara assim!
Aliás Karen no alto de seus 19 anos ainda era virgem.
Tinha até vergonha de dizer isso, porque atualmente há uma reversão de valores: A virgindade, que era dada como uma coisa muito preciosa antigamente, hoje não significa nada, na cultura ocidental... Suas colegas de curso, achavam um absurdo ela ainda ser virgem, então ela passou a não falar mais desse assunto com ninguém.


Adriano passou a mão nos seios dela, e beijava-lhe  a nuca, ela arrepiava e pedia:
_ Lambe minha orelha, meu pescoço... ah...
Ele abriu o fecho da calça e colocou seu membro para fora, porque não usava cueca, para facilitar certos encontros, como aquele.
Ela se assustou com o tamanho! Nunca vira antes o membro de um homem assim, 'ao vivo e a cores'. Ele segurou a cabeça dela e a levou até o pênis rijo que latejava para ser sugado. Ela fez o que pode para lhe agradar dessa forma, enquanto ele lhe masturbava o grelinho, com a mão por dentro da calcinha dela.
Não demorou muito, e ele lhe disse que iria gozar, ela não sabia bem o que fazer.
Mas logo soube, quando o jato inundou sua boca...
Ele não parou de masturbá-la, afinal queria que ela gozasse também...
E foi um grande prazer vê-la dizer:
_ Aiiii, estou gozando Adriano! Que delíciaaaaaaaaaa...
Adriano  beijou-lhe carinhosamente depois disso, colocou a cabeça dela em seu ombro, fazendo carinho com a outra mãos em seus cabelos curtos. Ficaram assim instantes, até que rompendo aquele silêncio, ele disse:


_ Vamos no fim de semana para um motel, onde poderemos conhecer melhor, o corpo um do outro... Foi quando ela respondeu:
_ Sou virgem, Adriano.
Ele quase não acreditou quando ouviu aquilo.
Isso era realmente difícil nos dias atuais!
_ Não se preocupe, Karen, farei você se sentir à vontade, para ir até onde quiser... Sei ser bem carinhoso.


Ela sorriu, assentindo com a cabeça. Já era hora dela tirar de uma vez, esse 'tormento' da virgindade, da sua vida...
Adriano ligou o carro novamente, e a deixou em casa.
Ela disse então:
_ Tchau, Adriano.
_ Tchau Karen, sonhe comigo. E pense nas coisas que poderemos fazer juntos, no fim de semana.
_ Pode deixar, esperei a vida toda por esse momento...


Fátima Abreu
**********

Admin · 13 vistos · Deixe um comentário
16 Fev 2012 
Ainda que esse mar esteja entre nós,
os pensamentos que me levam até você
são os de total e intenso desejo, meu bem querer...

Não digas nada agora,

apenas leia,
as palavras dessa mulher que te adora...

Nas lingeries deixadas sobre a cama,

presentes em teu desejo,
estão o meu cheiro, a exalar
chamando-te para em mim,
teu mastro teso, suavemente tocar...

Deixei meu mel molhar, na frente da calcinha

quase que uma doce linha...
Cheiro de mulher,
que o seu mastro quer!

Na copa de meu soutien, abrigo meus seios fartos

Melões de sabor para teus lábios...
Tua boca que fica aberta, ao encará-los
Será que darás conta de chupá-los?

Creio que sim, meu doce!

Sabes bem os mimos de que tua fêmea ardente gosta...
Aceitas agora minha proposta?

Vem ter comigo agora

O maior gozo que jamais teve antes!
Molha a calcinha, fio dental
Com tua saliva espessa
Babando de tesão louco,
Pela fêmea, que te faz de caçador... à presa!

Fátima Abreu



Admin · 22 vistos · Deixe um comentário
16 Fev 2012 
Era um homem na casa dos quarenta. Bem-parecido, com muita aceitação entre as mulheres. Bem-sucedido na vida, divorciado há alguns anos, não raras vezes recebia belas mulheres na sua casa de campo, levando uma vida sexual muito realizada e plena.
Quem fazia a limpeza da casa era uma mulher "gordinha" e rosada, de uma casa vizinha, que não se intrometia na sua vida e lhe deixava a casa arrumada após os desvarios sexuais que por ali iam acontecendo.
Se a referida empregada não era nenhuma beldade, já a filha, na casa dos dezoito, era um borracho.
Morena, de cabelos negros, tinha um tesão pelo corpo todo.
A isso não era indiferente Raul, que já lhe tinha tirado as medidas e percebido que a líbido vivia naquela ninfa.
Por vezes, a morena, que se chamava Cláudia, vinha ajudar a mãe nas limpezas e por um par de vezes a garota se tinha cruzado com ele de toalha,   na saída do banho, ou na descontração de um short, com que Raul se movimentava pela casa.
Reparou na malícia, viu uma ponta da língua da morena a lamber os lábios grossos numa das vezes. Piscou-lhe um olho e ela sorriu derretida.
Num fim-de-semana de verão em que se encontrava perto da piscina, a rosada empregada, que tinha perdido o marido há um par de anos num acidente numa obra, chegou perto dele dizendo que tinha que sair mais cedo para passar na Seguradora, mas que Cláudia ficaria a terminar o serviço.
Era a oportunidade perfeita.
Após uma bebida, entrou em casa para ver onde andava a morena. Deu com ela na sala a limpar o pó dos armários.
Estava prestes a perguntar-lhe se não queria beber nada, quando a campainha tocou.
Era Marta, uma loira de fogo com quem tinha uma relação completamente descomprometida, de muito sexo e folia, inclusive com amigas suas, que a vistosa trintona gostava de juntar mulheres às relações.
Assim que chegaram à sala, a loira quase assobiou quando deu de caras com aquela empregadinha de meias de lycra coladas ao rabinho, numa t’shirt branca onde se avistavam umas maminhas deliciosas, do tamanho de meia laranja cada uma.
Olhou maliciosa para Raul, começando a fazer festas no amigo, mordiscando-lhe o pescoço, até ficar cada vez mais ousada, ao mesmo tempo que metia conversa com Cláudia, indagando dos seus gostos por homens, se tinha namorado…
O espantoso é que a jovem mostrava uma desenvoltura que Raul não conhecia, respondendo umas vezes com igual malícia e outras com mistério e sedução.
Raul, perguntou-lhe se não se importava de ir à cozinha buscar uma garrafa de champanhe que estava no frio, e que trouxesse três copos.
Enquanto a morena se deslocou para o fazer, a loira perguntou-lhe sórdida:
- Vamos comer a tua empregadinha?
Raul sorriu. Sabia que a oportunidade era perfeita.
- O que sugeres?
- Deixa comigo!
Assim que Cláudia regressou, Raul abriu a garrafa, cuja espuma jorrou. Deitou o líquido borbulhante em três copos, estendendo um à improvisada empregadinha, que aceitou sorrindo.
Depois pediu-lhe que se sentasse perto dela.
O calor apertava e Marta teve uma ideia. Vestir um bikini que tinha deixado um outro dia por ali. A questão era onde?
Pediu a Cláudia para a ajudar na tarefa e saíram as duas em risinhos, deixando Raul completamente de pau feito nos calções.
Ouvia os gritinhos delas e as brincadeiras no quarto.
O Bikini estava numa das gavetas e a loira logo começou a despir a mini-saia que trazia, deixando à vista da jovem uma cinta de ligas, preta, e uma calcinha minúscula.
Pediu-lhe que a ajudasse.
- Gostas de lingerie?
- Adoro. Respondeu Cláudia.
- Deixas-me ver a tua?
- Oh, a minha é muito simples…
- Deixa-me ver - continuou a vistosa loira.
A morena começou a despir lentamente as meias calças de lycra, deixando à vista um rabo delicioso e redondo. Uma calcinha branca, muito decotada, entrava-lhe no reguinho , alargando na cinta.
- És linda, miúda!
- Obrigado, respondeu a moreninha.
- Chega-te aqui…
A loira colocou-se por detrás dela, naquela figura de calça descida, que Raul já observava perto da porta.
Começou a acariciar-lhe o rosto, os ombros. Depois os seios pequeninos. A morena contorcia-se de prazer.
Subitamente baixou-se e colocou a sua boca quente naquelas cuequinhas brancas, que lhe denunciaram uma cona sem pelo, completamente depilada.
- Minha maluca, disse.
- Raspas a 'coninha' meu anjo?
- Simmmm, respondeu Cláudia, já com a língua da loira completamente doida na sua ratinha
Raul esfregava o seu pénis enorme na entrada da porta. Era um tipo avantajado, com uns bons vinte e tal cms de pau e um diâmetro de mão.
Assim que a morena viu aquele pau perto dela, ficou possuída…
Disse para Marta, que tinha a boca cheia de leite da cona da teenager:
- Aquela piça é enorme, quero-a todaaa…
- Vais tê-la minha putinha, vais tê-la, e eu também.
Dito isto, acercaram-se de Raul e começaram como doidas a chupar e a lamber aquele vergalho.
A loira esfregava desenfreada a cona daquela amiga de ocasião e a morena retribuía da mesma forma.
Tudo se conjugava perfeito para uma excelente foda, mas eis que Raul, completamente doido, grita:
- Vou esporrar-vos, não consigo controlarrr…
E não tinha acabado de o dizer, inundava já as bocas gulosas daquelas duas deusas.
A surpresa do ato deixou-as desconcertadas, com leite a escorrer das suas bocas, pela cara toda e a deslizar-lhes pelo peito.
Desculpem caralho, mas não aguentei…
Só que elas já não o ouviam e esfregavam-se todas naquele creme que as bolas do quarentão verteram sobre elas.
Não faltariam outras oportunidades...

********************************
( continuação )
 
Cláudia era um tesão de jovem. Um 'furacão' aos 18 anos, coisa pouco habitual numa garota daquela idade.
Parecia que tinha nascido ensinada, o diabo da morena. Devassa até mais não.
Raul andava a pensar em como dar o máximo de prazer aquela ferazinha e já tinha um plano…
Naquela sexta-feira foi buscá-la à escola de moda que ela frequentava, numa cidade próxima. Quando a moreninha o viu ficou radiante.
- Tens horas para chegar a casa? - perguntou.
- Por acaso não, disse à minha mãe que ia jantar com os colegas e que eles me levavam a casa. Mas posso desmarcar. Porque perguntas?
- Quero fazer-te uma surpresa que acho que vais adorar…
- Daquelas boas? - disse Cláudia já a suspeitar que vinha aí mais uma experiência sexual intensa.
- Sim meu anjo. Vais ter muito prazer…
- Hum… gosto disso…
Raul tomou a direcção da casa de Carlos, um amigo de fodas. Quando entraram o portão da discreta quinta, depois de estacionado o carro, Raul colocou a sua mão de homem calejado no rosto da rapariga e beijou-lhe docemente os lábios. A outra mão subiu pela mini-saia e acariciou o grelinho carnudo de Cláudia, que suspirou de prazer.
- A partir daqui mando eu…
Colocou-lhe uma venda preta nos olhos e conduziu-a até á entrada da casa.
A porta foi aberta e entraram até uma sala. Cláudia percebeu que estavam ali vários homens.
Raul mandou-a colocar-se de gatas, o que ela obedeceu de imediato. De traseiro empinado, a morena vestia uma calcinha que Marta lhe oferecera, muito sensual...
Era uma visão avassaladora, aquele papinho por detrás.
Raul desviou a calcinha e começou a chupar o grelo da jovem. Primeiro só com a língua, depois metendo-o todo na boca e puxando.
A jovem segurava os biquinhos dos seus seios, acariciando-os. Estava louca de prazer e gemia.
- Simmmm, simmmm, chupa-me a coninha.
De repente sentiu um pau duro na sua boca. Começou a chupá-lo cheio de tesão. Depois sentiu um outro mais grosso, cuja cabeça quase lhe enchia a boca. Depois outro mais fino e pequeno, e outro, e outro...
A todos sugava com enorme prazer.
- Ai Raul, que acho que vou sair daqui toda fodida por estas piças boas…
- Pois vais meu anjo.
Continuava de olhos vendados. Um dos homens aproximou-se por detrás. Sentiu um líquido frio e viscoso a regar o seu rabinho.
- Oh Raul, que fazem?
- Estamos a lubrificar o teu buraquinho. Hoje vais perder a virgindade nele, habituado que está a levar só com o teu dedinho…
- Não me magoem por favor. Vai doer?
- Um pouquinho de início, mas depois vai alargar e vais gozar como uma louca…
- Ohhh, simmm. Quero!!!
Palavra mágica. Um pau começou a forçar com muito cuidado aquele buraquinho perfumado e apertadinho. A morena gemia, num misto de dor e prazer.
Até que soltou um grito, quando o pau lhe entrou todo, no seu traseirinho.
- Aiiii. Dói Raul. Dói!
- Já passa minha princesa, tu vais ver.
O quarentão começou a acariciar o grelo completamente úmido de Cláudia, ao mesmo tempo que o pau do amigo começava a entrar e a sair com mais facilidade do seu rabo.
- Hum… é bom. Gooosto.
Os vários homens foram-se revezando na penetração. Até mesmo o pau grosso que antes chupara, lhe entrava a matar no buraco.
Iam mimando aquela beleza na boca, não lhe dando tempo para reclamar. Até que o primeiro deles largou um jato de leite quente naqueles lábios carnudos, que ela sorveu até à última gota.
- Comam-me a 'coninha'. Comam-ma!
Só que não era essa a intenção de Raul. Tinha combinado com os amigos que só lhe comeriam o cuzinho daquela vez e disse isso à moreninha que continuava vendada por sua imposição.
- Ohhh. Vocês são maus…
- Vamos dar-te muito leitinho na boca, para que te lembres do gosto de todos.
E assim foi. Um a um, foram ejaculando na boca daquela garota tesuda, que a partir daquele dia, se tornou uma verdadeira mulher.
Já no carro, Raul retirou-lhe a venda dos olhos e perguntou-lhe:
- Gostaste fofinha?
- Adorei, apesar de ter o meu traseiro todo dolorido...

Vitor Ramos ( escritor português )
**********************************************
 O quarentão não se fazia de satisfeito, sempre que podia, dava asas para a imaginação e levava Cláudia sempre que podia (e fugia aos olhos da mãe, da jovem ) para alguma de suas aventuras...

O dia estava claro, ensolarado e convidava a um passeio. Com essa desculpa boa, pediu para Cláudia o acompanhar num piquenique perto de seu sítio, na beira da lagoa, que ali se estendia. A mãe da moça não vendo nada demais, disse então:
_ Vai minha filha, o patrão está chamando para passear, é bom para você tomar um 'solzinho', está sempre dentro de casa... e já me ajuda muito, merece ter uma folguinha...
_ Está bem, mamãe. Vou sim, está um dia tão bonito, vou arrumar a cesta com as coisas.

Raul já estava excitado, só de pensar nas possibilidades...
A jovem acenou para a mãe que estava limpando a mesa da varanda, e entrou no carro feliz, pois já adivinhava o prazer que teria nesse passeio ao ar livre!
Dentro do carro, Raul já passava a mão pela coxas roliças de Cláudia e ela pegou com vontade a mão esquerda dele, e a levou até a sua xaninha que se encontrava totalmente desnuda... livre de qualquer calcinha.
Raul percebeu com seus dedos exploradores que ela já estava meladinha, e perguntou sorrindo:
_ Ah, Claudinha... Está querendo um mastro grosso te enchendo todinha aqui, não é?
_ Quero sim, Raul! 
_ Mas hoje te faço mais uma de minhas surpresas: Teremos companhia, que já nos aguarda na beira da  lagoa...
_ E quem é?
_ Vai saber já, estamos chegando.

Continuava a lambuzar os dedos na vagina molhada dela, que já exalava um cheiro que convidava ao ato sexual...

Parou o carro então, estacionando embaixo de uma mangueira frondosa. Desceram e Raul disse:
_ Olha para lá, Claudinha... Vê duas pessoas na margem da lagoa? 
_ Sim, são a nossa companhia, imagino...
_ Exatamente... vamos em frente, traga a cesta, afinal,  também teremos que comer as guloseimas do piquenique!
Ela obedeceu e trouxe a cesta no braço até onde quelas duas pessoas estavam.
_ Bom dia, meus amigos!
Disse Raul sorridente...
_ Bom dia, Raul. Então essa é a Cláudia, que você nos falou?
A jovem, adiantou-se dando a mão para cumprimentar, e respondeu por Raul:
_ Eu mesma.

Raul e Cláudia, sentaram-se ao lado do casal, estendendo a toalha e colocando sobre ela, a cesta. Serviram-se do que quiseram. Abriram uma garrafa de vinho tinto. E bebendo, as mentes começaram a ficar mais leves, abertas ao que viesse em seguida...
 A mulher que estava só olhando para o corpo de Cláudia, se chamava Vera. O marido, era Roberto. Ela foi se chegando para Cláudia, que entendendo suas intenções, disse com a maior liberdade:
_ Gosta de mulheres também Vera?
_ De vez em quando é bom variar... Sou bi, e meu marido adora isso!
_ Hummm... que bom! Relação bem aberta...
 Vera aproveitando a deixa, passou a mão suavemente pelos seios de Cláudia, durinhos de tesão já... 
Cláudia retribuiu, dando um beijo ns boca bem quente, e apertando suas coxas até chegar na calcinha fio dental que Vera usava, afastando e metendo o dedo indicador para masturbá-la. Que por sinal, já estava bem molhadinha, tanto quanto ela!
As duas se despiram na frente dos dois homens, que estavam já de membro duro na mão, naquela situação... 
Deitaram-se na toalha, afastando a cesta para o lado e ali começaram a fazer um 69 delicioso, os homens se aproximaram mais...
Depois disso, Vera pegou o mastro de Raul e começou  a sugar, enquanto Cláudia fazia o mesmo, com Roberto. E quando Raul pediu que Vera parasse, era porque já queria sentir a vagina melada daquela mulher, penetrando-a na frente de Roberto. O marido de Vera, achando lindo sua mulher dando para o amigo, disse excitado:
_ Come bem minha Verinha, ela merece ser bem comida, Raul!
Raul mal escutava o que Roberto dizia: estava no meio daquela cavalgada, onde Vera estava de 4, delirando de tesão e pedindo para enfiar mais e dando gritinhos de prazer...
Roberto então pegou Cláudia e de conchinha a comeu, e nessa posição, a jovem gozou como louca e dizia:
_ Aiiiii, ui... me chama de égua, de vadia, de putinha, de qualquer coisa, mas me xinga! Estou gozando muiiiiiiiiito!
Ele louco com isso a xingava e metia fundo e cada vez mais rápido... Até que tirou da xaninha de cláudia e gozou, jorrando leite em suas ancas... 
Enquanto isso, Raul já estava comendo o traseirinho de Vera, que gritava:
_Uiiii, dói mas é bom! Vai me come garanhão! 
Vera, se masturbava para diminuira a odr que sentia no começo da penetração do seu traseiro por Raul... Assim, ela gozava no grelo, e não sentia mais dor no seu buraquinho apertado, porque já estava toda 'anestesiada' pelo orgasmo no clitóris...
Raul deu um urro enorme quando o gozo veio, inundando a bundinha de Vera, que depois, deixou sair o leite na frente de Roberto, para que ele se deliciasse com a visão do seu buraquinho melado com o gozo de seu amigo...
Satisfeitos, deixaram-se ficar ali, todos deitados na toalha que se tornou pequena para os 4...
Depois, os homens ficaram olhando as duas se esfregando, enquanto se recobravam... Elas gozavam feito loucas, esfregando as xanas uma na outra, e beijando-se intensamente... Era lindo aquilo!
Logo, os homens já estavam tesos e prontos para outra, pela excitação dos gemidos daquelas duas...

A tarde veio e cada casal tomou o rumo de volta... Mas combinaram outro piquenique, da próxima vez, numa praia deserta e com mais outros casais, para um bom swing...

Fátima Abreu


Admin · 18 vistos · Deixe um comentário
28 Set 2011 
PASSANDO BATOM VERMELHO
UMEDECIA OS LÁBIOS CARNUDOS E CONVIDATIVOS
A DAMA DA NOITE, APENAS ESPERAVA
QUEM SERIA O PRÓXIMO A TOMAR-LHE AS CARNES
ENTRANHAS DE MULHER DA VIDA...

VENDIA O CORPO DESDE MOÇA NOVA
PERDERA AS CONTAS, DE QUANTOS DELA USARAM...
PASSAVA MAIS BATOM
NA MENTE APENAS UM SÓ PENSAMENTO:
GARANTIR SEU PRÓPRIO SUSTENTO...

TINHA UM CORPO SENSUAL
SEIOS BONITOS, AURÉOLAS ROSADAS
BEIJOS DOCES
UMA MONTE DE VÊNUS APARADO EM 'V'
DEIXAVA SEMPRE ASSIM
OS CLIENTES GOSTAVAM
SE ESTIVESSE DEPILADA,
ELES RECLAMAVAM...

RUIVA, RUBRA
TAL QUAL A COR DO BATOM...
DEIXAVA OS OMBROS À MOSTRA:
ERAM BEM TORNEADOS...
PÉS DE PRINCESA!
ERA UMA DAMA DA NOITE,
DE RARA BELEZA...

DISTRIBUÍA BEIJOS CALOROSOS!
COISA QUE MUITAS NÃO FAZIAM...
MAS ESTAVA AÍ, A SUA GRANDE ARMA
PARA ATRAIR A FREGUESIA...

BEIJOS, MAIS BEIJOS...
DESEJOS PROVOCADOS, PELA LÍNGUA QUENTE,
QUE EXPLORAVA A BOCA
DE SEU MAIS TÍMIDO CLIENTE...

ELE VOLTAVA
QUERIA MAIS BEIJOS,
MAIS BOCA MARCADA DE BATOM... 
ELA SE ATREVIA A PASSAR
POR SUAS MAIS ÍNTIMAS PARAGENS...
E LAMBIA, MARCAVA DE CARMIM
A GLANDE TAMBÉM VERMELHA,
QUASE A EXPLODIR,
EM GOZO TOTAL:
LÍQUIDO BRANCO A INUNDAR,
A BOCA VERMELHA,
QUE ALI A ESPERA, ESTÁ...

FÁTIMA ABREU

Admin · 79 vistos · Deixe um comentário
28 Set 2011 
No salão de Cecília, todos já estavam ansiosos para assistir a primeira 'iniciação' da casa, a de Sandro fora na casa de Ingrid, então não contava...

Ingrid colocou uma música bem sensual para começar sua dança...Todos estavam de olhos vidrados nela, e a espera do que ela iria fazer... Cecília pegou na mão de Sara e a tirou de onde ela estava sentada, levando-a para junto de Ingrid, que a essas alturas, já se encontrava apenas de lingerie...
Sara, estava um pouco encabulada, por ter tantos olhos ali, sobre ela  e Ingrid. Mas ao sentir o estímulo que Cecília lhe dava, ela seguiu em frente e deixo-se levar pelos carinhos que Ingrid já começava a lhe fazer, na frente dos demais... Sara foi posta delicadamente por Cecília, no tapete felpudo do salão e pegando a mão de Ingrid, levou-a até a vulva já molhada de Sara.
Cecília sentou-se a lado das duas, e já nua, começou a se masturbar... As outras, foram tomadas de total desejo e iniciaram um 69, bem gostoso...
Os homens, que estavam ainda vestidos, foram tirando suas roupas para participar quando Cecília, os chamasse para se juntar à elas( ali, ela era a dona de todos ).
Eles se tocavam, para manter seus pênis bem tesos, enquanto elas se deliciavam daquela forma...
Logo depois de Sara dizer que estava gozando na boca de Ingrid, Cecília foi para junto delas, e ordenou:
_ Ingrid me masturbe, enquanto vou chupar  o gozo da Sara... E imediatamente Ingrid  começou a masturbar o grelinho já inchado de Cecília... Que em menos de 3 minutos já gozava, molhando os dedos ágeis de Ingrid, de seu mel que escorria. Cecília mandou mais uma vez:
_ LAMBE MEU MEL TODO, AGORA INGRID!
_ Sim, meu amor...
Sara esperava a próxima ordem de Cecília, que veio logo após:
_ Sara, vem sugar meus seios, mas faça do jeito que vou te ensinar: MAME... Como se estivesse faminta e quisesse leite... Assim que eu gosto, a Ingrid já até sabe, e faz bem gostoso... Então vem você, agora, mamar sua dona!
Sara se jogou em cima do corpo de Cecília no tapete, e sugou com toda a vontade do mundo, os seios volumosos de sua mestra...
Ingrid continuava na vulva de Cecília, lambendo agora o clitóris... Nesse ponto ela acenou chamando os homens para participar. Eles se juntaram à elas no tapete, e Cecília disse:
_ Rui, vem com Ingrid, aproveita que ela me chupa, e pega ela por trás... Gustavo, faça o mesmo com Sara, enquanto ela suga meus seios... Sandro, meu doce pupilo, venha cá para eu te chupar...
E assim, numa orgia deliciosa, começou o primeiro dia na 'casa de iniciação das variantes sexuais', de Cecília.
Gozaram como loucos, trocando de lugares, sempre no comando dela. E ao final, as mulheres ficaram no meio de uma roda, os homens em volta, para jogar esperma em cima delas... Foi um banho de leite, e Cecília ordenou que eles viessem lamber o próprio sêmen, no corpo delas. Assim eles fizeram sem pestanejar:  As mulheres se deitaram uma ao lado da outra, no tapete, e eles vieram por cima, lambendo o esperma, que derramaram segundos antes, sobre elas...
Para finalizar, depois de tudo lambido, Cecília mandou que eles se deitassem no tapete no lugar delas, e as 3 mulheres ficaram de pé, e se masturbaram até ejacular em cima deles... Os líquidos desciam das vaginas como se fosse urina, e molhavam aqueles homens, que pareciam tão submissos, naquele momento lindo!
A iniciação de Sara terminou na piscina olímpica, que Cecília tinha na sua mansão, todos tomando banho nus, e se beijando intensamente...

Fátima Abreu
Admin · 40 vistos · Deixe um comentário
21 Set 2011 



Cecília e Gustavo estavam descansando da sua intensa cavalgada, assistindo um filme no circuito interno de TV do motel, quando interfonaram para eles, dizendo que o convidado havia chegado.
Cecília quase não se aguentava, tamanha a excitação que se apossara dela naquele momento, ansiosa ao extremo, correu para abrir a porta da suíte:
_ Seja muito bem vindo! Sou Cecília.
_ Obrigado. Não sei se Gustavo te disse, mas me chamo Rui.
_ Não, ele não disse... Mas venha, estávamos aguardando ansiosos a tua chegada!
_ Hum, não me diga...

Ela ofereceu um vinho para descontrair aos dois homens...
Partiu para cima de Rui, pois sabia que Gustavo estava se recuperando ainda dos gozos anteriores...
Foi tirando a roupa de Rui, enquanto dançava em volta dele... Numa performance digna de qualquer dançarina da noite...
Ele ficou excitado com aquilo. Segurou-a pelos cabelos e lambeu as costas toda de Cecília, e subia de novo para a nuca e ombros dela... Ela já estava doidinha...
 Jogou  o homem de sopetão na cama, ficando ele assim, ao lado de Gustavo.
Ela então se alternava entre sugar um e outro, ajoelhada na cama, entre as pernas dos dois homens...
Foi aí que ela começou o joguinho:
Sob seu comando, ela fez com que Rui lambesse Gustavo ao mesmo tempo que ela... Inclusive os testículos...
Mandou que ele se virasse, para que ela introduzisse o pênis de Gustavo em Rui (depois que ela passou uma dose de óleo de amêndoas que sempre carregava na sua bolsa)...
Assim, Rui ficou de quatro, enquanto Gustavo o penetrava na frente de Cecília, que se masturbava feito louca, de tanto tesão...
Depois, de que ela gozou até ejacular, se pôs embaixo de Rui para que ele a penetrasse, enquanto Gustavo fazia o mesmo com ele... Um 'trenzinho' como ela queria desde o começo...
Ela ordenava, passo a passo o que eles fariam:
_ Agora Rui, troca comigo, eu fico com Gustavo e você vai por trás dele...
Eles obedeciam a dominadora, sem pestanejar...
Ela gritava de tesão, eles urravam de prazer...
Dado momento, Gustavo propôs:
_ Quer ter dupla penetração Cecília?
_ Adivinha pensamentos, Gustavo? Claro que quero, meu querido...
Ela se deitou e se oferecendo toda, eles a penetraram: Rui pela frente, e Gustavo por trás...
Os gemidos eram deliciosos!
 Quado os gozos vieram, eles deram uma breve parada...
Mas ao som da ordem de Cecília recomeçaram:
_ Nada de moleza, rapazes, estão aqui para o meu prazer e o de vocês, então vamos recomeçar: Gustavo, chupa o Rui, e ele faz o mesmo com você... Quero um 69 de homens tesudos, para eu me masturbar vendo tudo isso...
Assim, ela ficou de pé na cama, de frente para Gustavo se masturbando enquanto ele chupava Rui e vice e versa...
Não demorou para que els gozassem um na boca do outro, foi quando ao perceber isso, Cecília gozou tão intensamente, que ejaculou em cima deles, com o seu maior prazer, molhando a cama toda também...
_ Bons rapazes, fazem tudo que a sua dona manda! Agora vem me chupar toda, os dois, desde os dedos dos pés até a nuca, passando por tudo, inclusive meu clitóris e meu buraquinho...
Eles obedeciam cegos, pelo poder de sedução de Cecília...
Depois de finalmente saciada, ela os convidou ao banho... Mas ela preparava em sua cabeça, mais uma faceta:
Quando saíram do banho, ela disse, dominadora:
_ Agora deitem ali na cama, que eu vou fazer uma inversão, com os dois...
Eles deitaram, mas não sabiam ao certo o que ela queria dizer com aquilo...
Ela pegou o membro artificial que tinha a cinta, (sempre trazia consigo, porque usava em Ingrid e Sandro) passou o óleo e colocou nos dois, trocando de vez em quando... Eles ficaram de quatro, enquanto ela dava as estocadas neles, e batia em suas nádegas, dizendo:
_ Pede mais, diz que quer mais, meu macho gostoso! Diz que está uma delícia, assim eu te comendo desse jeito, diz!
Gustavo respondia:
_ Hummmm. bom demais, quero mais a tua vara dura, aqui...
E Rui em seguida:
_ Malvada! Quer me matar de tanto tesão, com essa rola gostosa  e grossa!
Ela se deliciava em enfiar aquele membro de borracha neles, e saber que eles estavam adorando que ela fizesse isso!
Não tardou e ela retirou o membro da cinta, e esfregou a vagina molhadíssima nas nádegas dos dois, galopando em cima deles como se ela fosse o cavalo e eles as éguas...
Ela teve um orgasmo sonoro: Gritou desvairadamente quando veio o gozo, só de se esfregar neles, assim  de quatro, para ela...
Então para terminar a madrugada, ela fez com que um masturbasse o outro, até o gozo vir para ambos, na frente dela, e que jogassem todo o semên, nos seios volumosos dela, que já estavam `a espera do leite dos dois homens...
**********************
Cecília passou a encontrar Gustavo e Rui sempre, o que causou um pouco de ciúmes em Sandro e Ingrid, mas ela resolveu tudo com uma proposta:
Chamou todos eles para uma reunião em sua mansão, e fez o convite:
_ Para evitar o ciúme demasiado entre nós, faço a seguinte proposta  para vocês:
  De agora em diante, minha casa que é enorme só para mim, será a casa de vocês, moraremos todos juntos e faremos nossas 'noitadas de sexo', juntos, sempre juntos... O que acham?
Eles se entreolharam, parecendo tentar adivinhar o que cada um diria...
Gustavo foi o primeiro a responder:
_ Sou solteiro, amo você como nunca amei ninguém, Cecília, então eu topo!
E Ingrid:
_ Amanhã mesmo, fecho meu apartamento e venho para cá, meu amor.  Sabe o quanto eu sou louca por você, e sei que precisa também dos homens, então eu também topo!
Sandro foi o seguinte:
_ Bom, eu não sei o que minha família vai dizer, quando eu falar que vou morar com a chefe, mas eu também não posso viver longe da minha 'mestra' de sexo...
E Rui para finalizar:
_ Sendo assim, se todos topam, eu também venho morar aqui, no 'ninho' da Cecília...
Cecília satisfeita, disse então:
_ Tenho mais uma coisa para dizer: Teremos mais alguém entre nós, venha Sara, entre!
Uma jovem de seus 20/21 anos, entrou  no salão e sentou-se ao lado de Cecília.
Cecília disse para os demais:
_ Esta é minha  mais nova pupila, a Sara. Ela vai se juntar a nós, e será uma de nossas 'iniciadas', assim como fiz com Sandro. E esta casa estará aberta  a quantos quiserem ser iniciados por nós!
Ingrid, olha como ela é linda meu tesão! Quer ser a primeira a fazer as honras para Sara?
_ Mas é claro, esperava que você me pedisse mesmo, meu doce...

(E  o que veio depois, fica para o próximo capítulo)...

Fátima Abreu


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21 Set 2011 






Cecília, Sandro e Ingrid tornaram-se amantes constantes... Ele realmente aprendera muito com as mulheres.

Perguntado pelos colegas, por que andava tanto para cima e para baixo com a chefe, ele dizia apenas:

_ Negócios, apenas. Ela está me instruindo nesse campo, para dar uma força, só isso e nada mais.

Ele sabia que muitos no escritório não acreditavam nisso, mas continuava com o "código de silêncio" pedido por Cecília. Jamais iria decepcionar sua professora sexual...

Ela continuava no seu 'pedestal' de dama da sociedade, executiva de nome, e isso ninguém poderia tirar dela.

*****************
Cecília cada vez mais, explorava seus instintos de ninfomaníaca e Ingrid estava realmente preocupada com ela, tomando a liberdade de dizer para sua amante, que deveria procurar uma ajuda profissional, um psicólogo, analista...

Cecília sabia que era ninfomaníaca, tinha entendimento disso, mas não queria se livrar da sua compulsão sexual, era isso que a mantinha diferente daquele mundo de 'chás, reuniões e confraternizações', com aqueles metidos da alta sociedade...

Ela pertencia aos ricos desde que nascera, mas não compactuava com o modo de vida deles, além disso, sua alma libertina, não poderia ficar presa aos preconceitos da sociedade...

Com o sexo, liberava o seu verdadeiro EU, sem ter que disfarçar seus instintos, como fazia quando estava em reuniões, conferências e outros compromissos...

Seu maior prazer era fazer sexo, e saber que gozavam por ela...

Se possível, "rios de gozo"...

********************
Cecília saiu 'à caça' naquela noite fria de inverno:

Vestia um sobretudo, porém, sobre nada...

Estava nua debaixo do pesado casaco.

Assim, seria fácil e rápido copular, com quem ela escolhesse...

Um homem charmoso e bem vestido, acabara de sair de uma cafeteria.

Ela achara sua presa daquela noite, enfim...

Provocou um esbarrão no tal homem, como se viesse distraída, procurando algo dentro da bolsa...

Ela disse, olhando para ela:

_ Desculpe... Não a vi.

_ Não tem problema, eu que vinha distraída mesmo... Procurava meu celular dentro da bolsa, desculpe também, o esbarrão. Acho que minha amiga não vem ao meu encontro, está muito frio essa noite. Terei que dar uma volta por aí sozinha, é o jeito...

_ Sozinha? Não. Venha, vamos andar por aí.

Ela, fingindo indecisão, respondeu:

_ Não sei quem é você, acabamos de nos conhecer... E se for algum psicopata, daqueles que se aproveitam e depois matam?

Ele riu. E antes que ela dissesse mais alguma coisa, foi adiantando:

_ Moça, que imaginação tem você! Ou então assiste muita TV. Olha, aqui estão minha identidade, meu CPF, minha carteira de motorista, meu certificado de reservista... Quer mais alguma apresentação?

_ Não precisava abrir sua carteira, para me mostrar nada, estava apenas brincando, para descontrair desse frio...

Vamos dar uma volta sim.

Pegou o braço dele, e enlaçou ao seu dizendo:

_ Sou Cecília. E pelo que vi nos seus documentos, você é Gustavo.

_ Sim, isso mesmo. Apresentados então, vamos indo...

Eles desceram a rua, que estava quase deserta aquelas horas da noite, não fossem uns barzinhos abertos que ainda tinham algumas poucas pessoas na calçada...

Cecília disse então, quebrando o silêncio:

_ Então para onde vamos, Gustavo? Tem alguma idéia?

_ Quer ir a um Piano's Bar? Conheço um, muito bom, aqui perto mesmo. Gosta de jazz, blues, bossa nova?

_ Por acaso, lê pensamentos? Eu amo esses estilos musicais, na verdade, é somente o que ouço, hoje me dia... Vamos agorinha!

Andaram mais um pouco e chegaram no lugar:

Um saxofone dourado, bem na entrada, os recebia... Lá dentro, quadros de personalidades do mundo do jazz e do blues... As mesas de 2 tipos: apenas para casais sendo mais discretas, envolvidas com um acolchoado, que pouco se via quem estava nelas, e outras para grupos de pessoas, que variavam de 4 até 8 lugares.

Um palco forrado em tapete vermelho, com luzes fracas (mas que davam um bonito efeito), que tinha já um pianista tocando, ao lado de outros 2 músicos: Um no sax, outro no trompete.

Ele a levou até uma das mesas para casais, e perguntou-lhe o que iria beber.

Cecília pediu o que mais gostava: Vinho tinto suave, não escolhendo a marca. Deixaria por conta dele...

Gustavo fez os pedidos. Olhando para Cecília, disse:

_ Quem diria, que hoje teria uma noite diferente, com uma desconhecida!

_ Bem, não somos mais desconhecidos. E podemos nos tornar até amigos...

_ Ah, sim, isso é mesmo. Fale de você, Cecília.

_ Sou a 'administradora' dos bens que herdei de meus pais, americana de nascimento, mas carioca desde os meus 5 anos,  foi quando vim para o Brasil, gosto de coisas simples...
Frequento a 'alta sociedade', apenas por compromissos...
Detesto o esnobismo de algumas pessoas, isso me deixa enojada. Tanta gente por aí, sem ter emprego, passando fome, morando em locais horríveis sem saneamento, ficando doentes, e aquelas 'peruas' esbanjando futilidades...

_ Eu também penso assim... Bem, já temos mais uma coisa em comum, além do gosto pelo jazz.

_ Sim, que bom! Começamos bem... E seus outros gostos?

_ Gosto de jogar tênis, embora tem tempos que não faço isso, também gosto de comida mexicana, me interesso por várias formas de Arte, além da Literatura, sou advogado, torço pelo Flu, carioca, fui uma criança que deu muita 'dor de cabeça' para os pais, porque sempre aprontava muito, principalmente na escola...

_ E, o principal ainda não disse...

_ Hum... Se sou casado ou comprometido? Não. Sou um solteirão de 38 anos. Que ainda espera encontrar alguém, para acabar com a solidão.

_ Isso é bom... Sinal que tem esperanças. Melhor que eu, que já perdi a esperança de me apaixonar de verdade por alguém...

_ Não diga isso, Cecília, você ainda é tão jovem e linda... Pode encontrar sim.
Gustavo pegou as mãos de Cecília e levou até os lábios, dando um beijo entre elas... Ela em retribuição, fez um carinho, colocando seu rosto colado ao dele. Foi nesse momento que ela investiu, e virou o queixo de Gustavo, e beijou-o bem do jeito que ela sempre faz para seduzir...

Ele gostou do ímpeto dela ao lhe beijar e chegando mais próximo, pode colocar as mãos por dentro do sobretudo dela, reparando então, que nada havia por debaixo!

Perguntou meio sem jeito:

_ Cecília, você anda sem nada, assim, sempre?

_ Geralmente... Depende da roupa, se der para andar sem usar nada embaixo...

_ Nossa! Isso eu posso chamar de volúpia!

_ Acertou na mosca! Sou cheia de volúpia...

_ Hummmm... Quer dizer que posso esperar algo mais, do que um simples bate papo?

_ Exatamente no ponto! Bingo!

Ele não disse mais nada. Apenas ficou daquele momento em diante, completamente excitado, porque ela já se encontrava embaixo da mesa, coberta com a toalha vemelha, com o mastro teso dele, na sua boca...

Ela só parou quando sentiu os jatos de sêmen de Gustavo, anunciando o orgasmo.

Depois de gozar, pela primeira vez em um local público, Gustavo achou melhor sairem dali, antes que alguém os visse e causasse algum problema para ambos...

********************

Pagou a conta. Foram andando até onde ele havia estacionado o carro, perto da porta da cafeteria, onde se conheceram cerca de uma hora e meia antes...

Cecília seguia abraçada por ele, iam parando e beijando-se até chegar ao carro.

Completamente molhada, de vontade para transar com Gustavo, ela apertou os próprios seios e disse, quando entraram no veículo:

_ Aqui mesmo, agora...

_ Não Cecília. No meu apartamento ou num motel. Você escolhe.

_ No motel, então. Fico mais à vontade, para fazer o que quiser, até gritar!
Disse, rindo...

*******************

Entraram na suite já se despindo, tanta era o desejo que ardia entre eles, naquele momento...

Ele apenas arrancou o sobretudo dela, pois já sabia que estava nua... E Cecília, foi despindo-o com a volúpia que lhe é peculiar, quase rasgando a roupa dele, toda...

Se jogaram entre beijos, na cama, cercada por espelhos. Cecília olhou bem nos olhos dele e perguntou:

_ Está disposto a aceitar tudo que eu queira fazer aqui?

_ Hum... assim até me assusta Cecília! O que será isso? Mas, estou sim...

_ Então prepare-se para a noite mais quente, de toda a sua vida, até hoje!

Dito isso, ela começou a beijar seu corpo inteiro, circulando as orelhas, enfiando a língua ali... Descia pelos ombros dele, mordendo, arrancando 'ais'...
Lambendo as costas de Gustavo, ela chegou até as nádegas, e mordia e lambia simultaneamente...
Abriu as coxas dele, meteu a cabeça entre elas, para lamber também os testículos, a virilha...

Pegou as bolas dele, massageou, depois puxava ao mesmo tempo que os pelos em volta... Ele já estava excitadissimo com tudo aquilo!

Aí veio a parte tabu: Deveria ou não,lamber e introduzir o dedo, no ânus dele? Será que ele seria tão liberal para isso? Resolveu arriscar...

Ela foi lambendo bem devagar, para notar a reação, ele parecia não se incomodar, então ela seguiu em frente...
Ele gostou daquilo, ela continuava, extremamente excitada porque para ela, um homem sentindo tesão no 'buraquinho' era delicioso demais! Imaginava instantaneamente ele, tendo relação com outro homem, o que lhe dava o maior tesão do mundo!!!
Ela adorava assistir filmes gays, por esse motivo. Sempre se masturbava assistindo e gozava inúmeras vezes, principalmente se fossem de orgias, onde tivessem vários homens transando ao mesmo tempo...
Uiii, só de lembrar desses filmes, ela já ficava molhadíssima!
Mais ou menos como os homens que gostam de ver duas ou mais mulheres, masturbando uma a outra...

Então,  revelou seus pensamentos para Gustavo:

_ Aiiiii, estou me lambuzando todinha, só de ver você sentindo tesão no buraquinho, comigo enfiando o dedo... Fico te imaginando com outro homem sentindo a vara dele, dentro de você...
Uiii, que delícia isso! E você ainda pedindo para ele não parar, querendo mais, enquanto eu venho por baixo e você me enfia também, num 'trenzinho' gostoso...

_ Realmente é gostoso isso... Nunca fiz, mas só de imaginar fico muito excitado também...
_ Você não tem um amigo, que possa vir para cá agora, e fazer com a gente?

_ Pega ali, o meu celular. Vou ver se um amigo meu, que é bi, topa...

_ Ele é bi? Melhor então! Posso explorar todas as minhas fantasias... Todas as possibilidades...
   O amigo topou na hora e disse que em cerca de meia hora, estaria lá...
Enquanto esperavam o amigo de Gustavo, transaram feito loucos...
Ela gozava quando ele, no meio do galope, já dizia estar chegando... O advogado, gritava dizendo:
_ Tá vindoooooooo... aiiiiiiii, huuuuuuum...
E depois, era um urro, que se ouvia...

Naquele momento, Cecília sentiu que Gustavo poderia ser o 'homem de seus sonhos', porque estaria pronto para todos os seus delírios sexuais...
(continua)

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