Prazeres ocultos
ALDO & FÁTIMA ABREU

Como todo animal
Com irracional permissividade
Abrupta vulgaridade
Sem o tabu dos vícios
Esquecendo neste momento
O pudor da humanidade
Libertando a animalidade
Aos prazeres do cio
Do sexo imoral, quente e matinal
Do ato marginal, vaginal
Do suor e do calor
Do delírio do vigor
Da fome selvagem
Do canibalismo sensorial
Da invasão, da falta de razão
Do imediato fogo
Que faz jorrar, que faz brotar
Que brilha sobre a pele molhada
Que arde e esgota as formas
Que satisfaz, que acalma e que inspira...
(Aldo)
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Como todo animal, que rola pela terra,
No cio carnal,
Nos envolvemos, selvagens, indecentes...
Não há pudor, nem regras...
Apenas o desejo, aqui impera!
Não há dissabores, tristezas vis...
Apenas sabores, odores, perfis...
Corpos que se procuram, suores que brotam e se alastram
Sentidos aguçados, fluidos misturados...
Depois do gozo, o sono chega,
Vem, me aconchega...
Um breve descanso,
Para recomeçar uma nova dança:
De corpos que se querem,
E que se exploram na busca maior,
De um prazer, que de amor, se faz acontecer...
(Fátima Abreu)
09/04/2011 @ 04:31:14
por fdsh
Beleza?! Tudo certinho?! Seguinte, a maioria dos ...
06/09/2010 @ 09:35:56
por Bruno Machado
Muito interessante história e erótico. Eu não ...
04/09/2010 @ 16:32:28
por Shashi
OBRIGADA PELO CARINHO...FIQUEM COM MEUS BEIJINHOS...
26/07/2009 @ 04:59:26
por Admin
também gosto de poesias
05/07/2009 @ 06:24:59
por novidade de vida